Um poema dedicado a ti? Não, muitos! Nada ultrapassado.
Outro já não escrito no futuro repensando-o, regressado…
Quisesse eu… fora eu… uma donzela fugidia
E sei que virias essa noite durante o dia.
Cada passo dado como marco do Agora
Remontando não geograficamente essa hora.
Percebi tanto… e os sinais!
Agradeci muito… ainda mais!
Dei comigo a sorrir… yes, ao verificar:
Que o já resolvido em mim muito veio alterar…
Humildemente me elevo porque faço por isso.
Elevada! Tu contribuis: não altivo nem submisso.
Desprogramando o nosso Ego…
Se não, às vezes ficamos no Eu sou cego.
Nós não. Sei-o. O patamar Superior veio.
É o despertar!
Avista-se uma paisagem mais bonita. Pura. Brilhante. Segura. Incessante.
Não finda a sua veracidade. Tudo é genuíno na sua especificidade.
Bem o referiste e eu disse para mim “bem o apreciaste!”
Amarela e verde como ditou a sua Leitura da Aura.
Branco e preto no seu Yin Yang.
Da cor que tu quiseres no nosso arco-íris de momentos.
Sim, tu – oh Senhor (és) meu querer.
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