O tom que reflecte as asas da borboleta a voar
Suas cores e odores poder ver, quiçá alcançar
Um som indefinível que quero perceber
O silêncio é maior e não me deixa perder.
Atraso as nuvens e o cinzento
Adianto o sol para o agora-momento
Branco… neve, tu que me trazes adrenalina
Porque gosto, sem ser minha veemente sina.
Sentindo o calor que do minuto frio advém
Transportando-me para o aqui no além
Lua, questiono? Não, aproveita o memorando
O que o “S” do(s) tempo(s) me vai ditando.
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