Poema basedo num desafio do Artista Plástico Nuno Blochberger – www.nunoricardo.eu
Cerram-se os nossos olhos só se não quisermos ver
Reencontrando a força que brota de nós
Interrompendo o papel da frustação – isso é viver
Sendo primordial LUTAR em grupo ou até mesmo sós
Encontrando o que realmente importa: mudar e saber.
Findaram as formas de se queixar
Sabemos que ninguém vai indemnizar
As peripécias pelas quais o caos nos passou
E que bem real e não abstrato nos ficou.
Não nos é curta a memória
E a falta de tudo fica na história:
Não conseguimos comprar os bens materiais
Porque nos levaram o emprego e as respostas espirituais.
Assoma-se uma placidez desejada
Depois da tempestade vivenciada
Enobrece-se ou pesa o caminho que temos que trilhar
Sem saber o que dizer, 2010: por onde iremos passar?
Os foguetes do alvorecer simbolizam a mudança
E o mundo pede já que pode começar a Biodança
Esses gestos magistrais para ninguém se esquecer
Que as janelas do horizonte mostam, finalmente, a luz que queremos ver…
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